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NATÁLYA GINO, 1996, SÃO BERNARDO DO CAMPO (SÃO PAULO, BRASIL).

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Iniciou sua carreira desenvolvendo artes gráficas na Universidade de São Paulo (USP) e participando de exposições pontuais com colagens digitais, entre 2017 e 2019. É formada como animadora sociocultural - com bacharelado em Lazer e Turismo - pela USP e como Agente Cultural pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul. 
 
Em 2020, foi premiada pela FUNARTE pelo desenvolvimento de uma oficina de artes visuais e também pela Lei Aldir Blanc de São Bernardo do Campo com a obra "La Tierra", integrando o acervo fixo da Pinacoteca da cidade. Em 2022 deu início ao projeto Mútuo, onde pinta ao vivo ao lado de um duo de violonistas - Felipe Trovareli e Alexandre Cueva. Além disso, no mesmo ano, desenvolveu a Instalação 625, que investigava histórias sobre a cor vermelha.
 
Como ilustradora, além das produções pessoais e participações em diversas feiras gráficas, já teve seu trabalho exposto para a Hershey's Br, Criacura, Museu do Isolamento, Bienal de Arte de Curitiba, Zeca Camargo, Five Drinks Co, São Paulo Companhia de Dança, Ateliê Casa Sete, Galeria Fita.sp e foi finalista do concurso de lambe-lambes para o Nômade Festival.
 
Sua pesquisa investiga as mídias digitais e analógicas, utilizando como ferramentas principais a pintura, a gravura e a fotografia, onde se variam e se fundem.
 
Explorando o íntimo e o ínfimo, procura percorrer as vulnerabilidades e vestígios do corpo e memória. A presença do cotidiano é dada nessa vontade de registrar e dar voz as minúcias e mínimos do ordinário que torna-se extraordinário. O encontro sensível entre a fragilidade e a força nutrem a pesquisa, partindo de camadas sociais, geográficas, políticas, artísticas e afetivas.